Sessões
Criar, trocar, fixar, voltar atrás (undo, timeline, fork), compactar, subagentes, exportar.
Atualizado em 16 de set. de 2026
Uma sessão é uma conversa inteira: o histórico, as mudanças que ela fez nos arquivos e o contexto que o agente carrega. As sessões ficam salvas por projeto e reabrem exatamente de onde pararam, então você pode fechar o terminal sem medo.
/new começa outra; /sessions (ou ctrl+x l) lista as do projeto, com busca. Na lista, ctrl+f fixa uma sessão no topo e ctrl+d apaga. As nove primeiras da lista ganham atalhos rápidos ctrl+x 1 a ctrl+x 9. /rename dá um nome melhor que o título automático. A barra lateral (ctrl+x b) mostra as sessões e os arquivos tocados, sempre visíveis.
Na hora de abrir o programa, hinow-cli -c já continua a última sessão da pasta e hinow-cli -s <id> abre uma específica. Fora da interface, hinow-cli session list e hinow-cli session delete <id> fazem o básico.
| Comando | Quando usar |
|---|---|
/undo | A última mensagem foi um erro: apaga a mensagem **e reverte os arquivos** ao estado anterior a ela. O texto volta para o prompt, para você corrigir e mandar de novo. /redo refaz |
/timeline | Ver a sequência de mensagens e voltar para um ponto qualquer, revertendo o que veio depois |
/fork | Manter esta sessão como está e abrir outra a partir de uma mensagem, para tentar um caminho diferente |
/diff | Ver tudo que a sessão mudou nos arquivos antes de commitar |
Conversas longas vão enchendo o contexto do modelo. Quando isso pesa, /compact resume o que passou e a sessão segue com o resumo, sem perder o histórico completo, que continua guardado. O HiNow Code também compacta sozinho quando chega perto do limite (é a chave compaction na configuração). E um bom hábito: assuntos diferentes em sessões diferentes, porque cada uma começa limpa.
Quando o agente delega uma tarefa (por exemplo @revisor revise este arquivo, ou uma busca ampla), nasce uma sessão filha. Na conversa aparece como uma linha resumida; ↓ entra na primeira filha, ←/→ andam entre elas, ↑ volta para a mãe. ctrl+b manda os subagentes em andamento para o segundo plano e devolve o prompt.
/export abre a transcrição no editor, /copy copia, hinow-cli export <id> > sessao.json guarda em arquivo e hinow-cli import sessao.json traz de volta em outra máquina. O link público (/share, /unshare) vem desligado: ele publica a sessão num serviço externo, então só aparece quando você coloca "share": "manual" (ou "auto", para toda sessão nova) em hinow.json.
Uma sessão que roda em outra máquina sua é uma sessão normal aqui: mesma lista, mesmo histórico, com a marca remote no rodapé e o nome da máquina no chip. Veja Usar de outro lugar.

